Critíca, Terror

Brinquedo Assassino (Tom Holland, 1988)

Partindo de um roteiro super previsível, oceano de clichês, e sustos que hoje em dia se tornou motivo de risos, Brinquedo Assassino, revela um dos personagens mais famosos dos filmes de terror. É quase impossível encontrar alguém que nunca ouviu falar de chucky ou do “filme do Chucky”. O Filme ganhou fama e Chucky se tornou um ícone entre os assassinos dos filmes de terror no final da década de 80 e no início da década de 90, o que ocasionou também, filmes sucessores criando uma espécie de série.

Hoje em dia fica a pergunta de com um filme com este pode ter obtido tamanho sucesso entre o público. A verdade é que naquela época assistir um filme no qual o personagem principal é um boneco assassino, era uma novidade e tanto. E nos dias de hoje, infelizmente (ou felizmente) o filme acabou se tornando uma comédia involuntária, por causa do esgotamento e da bizarrice que encontramos nos filmes de terror lançados ultimamente. Depois de tantos Jogos Mortais, A Casa de Cera, filmes de canibalismo como Viagem Maldita e Pânico na Floresta,, quem é que sentirá medo do inocente filme do Chucky?

O fato de ter alcançado fãs, conquistar o público e obter tamanha fama, não encobre os problemas evidentes do filme que é fraco como cinema, por vezes irritante e um projeto totalmente amador. A direção de Tom Holland, que dirigiu outro filme famoso de horror, A Hora do Espanto, é consequentemente o que conduz o filme a fragilidade. Na cena em que Chucky faz sua primeira vítima, por exemplo, percebe-se o modo convencional de criar um suspense. A câmera vai seguindo os movimentos do boneco até a vítima (sem o mostrar). Sabemos que é o boneco que está se movendo, sabemos que ele está atrás da cortina e obviamente sabemos que a mulher morrerá. A tentativa de criar uma atmofera de suspense é anulada pela tamanha previsibilidade e o suspense bobo e desnecessário (com direito a trilha macabra). Constrangedor.

Pra não passar despercebido, toda essa revolta e chacinas promovida por Chucky tem um motivo. Charles Lee Ray (Chucky ainda humano) está fugindo de um policial e se abriga dentro de uma loja de brinquedos, e quando está prestes a morrer se depara com um boneco e recita um ritual de magia negra e transfere sua alma ao brinquedo, que logo é dado de presente ao menino Andy. Para reverter a magia, ele precisa da alma da primeira pessoa que o viu com um “boneco vivo”, ou seja, o menino. Nessa trajetória toda, clichês é o que não vai faltar. Ninguém acredita no menino, o boneco briga e mata feito um brutamonte, com 15 minutos de filme já se imagina o final, enfim, felizmente a tortura dura apenas 89 minutos.

Apesar de tudo, bons tempos eram aqueles em que o filme era exibido nas noites da Tela Quente, que hoje substituiu clássicos incríveis por filmes mais comerciais da nova era cinematográfica. Mesmo com os problemas citados anteriormente, o filme merece ser visto, comentado e conhecido como um pequeno clássico que marcou época, ainda que não esteja na lista dos melhores.

NOTA::.. 6/10

Comédias, Critíca

Gente Grande (Dennis Dugan, 2010)

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Seria um pouco melhor se fosse levado mais a sério. No mais, é um filme divertidíssimo, daquele pra se ver com todos os amigos reunidos.

Reunindo não apenas amigos fictícios, o novo filme de Dennis Dugan, reúne também amigos na vida real. Embalados pelo sucesso de Eu os Declaro Marido e… Larry!, e o terrível Zohan – O Agente Bom de Corte, Kevin James, Adam Sandler, Rob Schneider e Chris Rock se juntam novamente, num filme que mais parece uma comédia coletiva. e desta vez o diretor recebe novamente a ajuda de Adam Sandler na realização do roteiro. Sendo assim, o espectador deve ficar ciente de que não irá encontrar nenhuma genialidade nas piadas e até mesmo na história em si. O fato é que, os filmes de Dennis Dugan sempre apresentam as mesmas fórmulas, seja nas piadas forçadas, ou na estereotipagem de um personagem, vide Zohan.

Todo o elenco masculino já havia trabalhado com o diretor, seja em conjunto, em dupla, ou só. Assistí-los novamente em um único filme, já seria uma boa desculpa para levar a pirralhada ao cinema nas férias de verão. E a ideia deu certo. O filme foi um sucesso de bilheteria e foi uma das comédias mais rentáveis do seu ano nos EUA. Um elenco com rostos famosos, piadas fáceis, que não é preciso exercitar muito o cérebro pra entendê-las, clima feliz, reunião de amigos num feriado de 4 de Julho, enfim. Todos esses detalhes influenciam na hora de decidir com o grupo de amigos, qual filme irão assistir.

Amigos desde a infância, os rapazes, hoje, depois de 30 anos, casados e com filhos, se reencontram, no velório do antigo treinador de basquete. Afim de passarem mais alguns dias juntos, todas a famílias se instalam em uma casa no lago, para relembrar os velhos tempos. Seja propositalmente ou não, os personagens que formam o quinteto de amigos do filme, parecem se divertir mais que o próprio espectador, e tudo isso se deve a boa química entre eles, que não seria a mesma se fosse com atores diferente. O que torna o filme não apenas uma encenação entre amigos fictícios, mas amigos, sobretudo, reais. o relacionamento interpessoal dos personagens (os quais na verdade são os próprios atores, apenas sendo chamados por nomes fictícios) ofusca grande parte dos defeitos do filme.

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O que não vão faltar, é piadas toscas, gags físicas, personagens loucos, forçados e clichês, tombos, e qualquer desculpa pra fazer piada com absolutamente tudo, o que pode acabar incomodando os mais mau humorados, que não suporta esse tipo de piada. Talvez o ponto forte do filme, seja a beleza da amizade, da união, da saudade e da época tão maravilhosa que é a infância. Como na cena em que o personagem de Adam Sandler vê as crianças brincando de telefone sem fio. Seus filhos que outrora viviam aprisionados no mundo digital e tecnológico, com celulares e video games, puderam viver um final de semana, como qualquer criança normal vive. Brincando no lago, no balanço de uma árvore, com brinquedos caseiros, reunião em volta da fogueira, enfim.

É aquele típico filme que tem tudo pra se tornar um forte candidato à Sessão da Tarde. Tem uma mensagem significativa, que mostra o valor da união familiar, o valor da amizade, e a importância da infância na vida de qualquer criança. Sem lá muita profundidade, ou genialidade, o filme cumpre com o objetivo, que é divertir, mesmo que algumas piadas extrapolem, mas devemos levar em consideração que, quando amigos de infância se reúnem novamente, acaba rolando todo tipo de piada, sendo ela besta, forçada, sem graça, divertida, engraçada, piadas físicas, piadas humilhantes, piadas afim de caçoar do outro, tudo isso. É uma boa pedida pra quem quer se reunir com os amigos e assistir a um filme descompromissadamente.

NOTA::.. 6/10

Critíca

Potiche: A Esposa Troféu (2010), de François Ozon


O francês que é muito popular por aqui passou algumas semanas no Festival de Cannes com seu novo filme que, não vai demorar muito pra chegar por aqui, uma vez que o diretor é como eu disse, muito popular, ano após ano os filmes do diretor transita entre as telas grandes, cá entre nós Ozon é de fato, um diretor interessante, contudo, nem de longe o melhor ou de mais prestígio do seu país, como as distribuidoras nacionais costumam vender o cineasta, o circuito erroneamente quase que legitima Ozon como um representante oficial do cinema francês contemporâneo, só para ficar bem claro, ele não é tudo isso. Claro que, isso não aconteceu de uma hora para outra, Ozon sempre foi um diretor muito irregular, aquele diretor que penou muito para entrar para os grandes nomes nos festivais, até que ele conseguiu e junto isso um certo patamar, ao menos para as distribuidoras brasileiras, deixando isso de lado, falemos do filme em questão.

O ano é 1977, lá Robert é um homem muito chato que só pensa nos negócios e não se relaciona bem com ninguém, nem com seus funcionários, filhos e esposa, até que depois de uma greve na fábrica, ele quase infarta, sua mulher, Suzanne, assume o comando da empresa, se mostrando uma mulher com capacidade para administrar a fábrica melhor do que seu marido fazia, tudo se desenvolve através desse pano de fundo, conflitos familiares, conflitos políticos, algumas piadas insanas e vários momentos engraçados.

Como em quase todos os seus outros filmes, Ozon está sempre oscilando entre a comédia e o drama, assim tratando os personagens como bonecos de ventríloquo, assim como em quase todos os outros filmes, as mulheres são o ponto forte, aqui o cineasta coloca isso em maior evidência,  a esposa troféu do título é a melhor elaborada, embora todas as personagens sejam boas, por conta de um elenco afiado, para quem acompanha Deneuve e Depardieu se deliciam com seus personagens cômicos.

O filme mescla um pouco de tudo comédia e melodrama, família e politica, homens e mulheres e isso não é ruim, longe disso, Ozon prefere trilhar um caminho mais conservador, talvez por ser uma comédia, seu final é clichê, mesmo com um elenco afiado, algumas piadas que couberam perfeitamente, a sensação que tenho é que Ozon não foi tão longe quanto seu filme poderia ter ido, ainda assim, mérito dele de criar uma atmosfera deliciosa, que remete diretamente as comédias televisivas, ou como alguns conhecem, os ditos sitcoms, bom filme que não vai tão longe como poderia.

Nota .:: 7.5
Potiche: A Esposa Troféu (2010), de François Ozon
Elenco .:: Catherine Deneuve, Fabrice Luchini, Sergi Lopez, Jérémie Renier, Karin Viard

 

Listas, Séries

7 Melhores Séries Drama da HBO

Todos sabemos que o canal pago HBO (Home Box Office) é quase que sinônimo de qualidade, nem todas as séries são maravilhosas, é claro, o canal não pode ter tudo, mas a cada dez séries, nove são de extrema qualidade, pra completar os programas tem alto índice de audiência e de ótimas criticas, algumas produções já chegaram ao patamar de produção cinematográfica, não por menos, sem mais delongas, separei as dez melhores séries dramas que o canal já produziu durante sua nem tão longa jornada.

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1.  Game of Thrones (2011 – Presente)
Quando falava de nível cinematografico, eu não estava exagerando, com uma legião imensa de seguidores, essa é a maior sensação da televisão nos dias atuais, se você não acompanha a saga dos tronos, não sabe o que está perdendo, não se iluda achando que tudo é só fantásia, dragões é muito mais do que isso. Há muito tempo, em um tempo esquecido, uma força destruiu o equilíbrio das estações. Em uma terra onde os verões podem durar vários anos e o inverno toda uma vida, as reivindicações e as forças sobrenaturais correm as portas do Reino dos Sete Reinos. A irmandade da Patrulha da Noite busca proteger o reino de cada criatura que pode vir de lá da Muralha, mas já não tem os recursos necessários para garantir a segurança de todos. Depois de um verão de dez anos, um inverno rigoroso promete chegar com um futuro mais sombrio. Enquanto isso, conspirações e rivalidades correm no jogo político pela disputa do Trono de Ferro, o símbolo do poder absoluto.

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2.  The Sopranos (1999 – 2007)
Provavelmente a série mais importante do canal, tanto por conta da sua relevância, quanto por importância para o seu tempo, muito bem recebida por todo o público, critica e muito premiada, a série da máfia, claro que, não tem nada a ver com O Poderoso Chefão, a pegada é outra, ainda assim, vale apena.

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3.  The Leftovers (2014 – 2017)
Para poucos, a série não agradou todo mundo, por motivos muitos simples, ela não é muito fácil, o drama enigmático que se passa três anos após um evento global chamado “Partida Repentina”, na qual, ocorreu o desaparecimento inexplicável e simultâneo de 140 milhões de pessoas, 2% da população mundial, em 14 de outubro de 2011. Na sequência desse evento, as principais religiões declinaram, e inúmeros cultos emergiram, sendo o mais importante deles os ”Remanescentes Culpados”. A série acompanha a tentativa do mundo inteiro em tentar lidar com esta situação improvável e traumática mostrando a vida daqueles que foram deixados para trás. A primeira temporada gira em torno de Kevin Garvey, pai de família e chefe de polícia de um pequeno subúrbio nova-iorquino, (Mapleton) que se esforça para recuperar a sensação de normalidade diante de uma situação que parece impossível.

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4.  The Wire (2002 – 2008)
Outra série que fez extremo sucesso e considerada uma das melhores de todos os tempos, muito por conta do tratamento que tem com a realidade. concebida por David Simon, ex-jornalista, e Ed Burns, ex-policial e professor em Baltimore. A série inova ao ter uma perspectiva ampla e multilateral dos temas tratados. Cada temporada funciona como um romance com início, meio e fim, tendo sempre diferentes personagens no foco central, sem no entanto abandonar os personagens já conhecidos. As histórias foram baseadas nas experiências dos dois criadores: Simon é o autor de Homicide: A Year in the Killing Streets, que narra o cotidiano real do Departamento de Homicídios de Baltimore nos anos 80, onde conheceu Burns. Os dois juntos escreveram The Corner: A Year in the Life of an Inner-City Neighborhood, que descreve o cotidiano real de uma família em um gueto dominado pelo tráfico. Os dois livros viraram séries de TV nos anos 90, e inspiraram a maioria dos personagens e histórias apresentados

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5.  Oz (1997 – 2003)
Uma das séries mais ‘fortes’ de todos os tempos, cheia de violência (muita mesmo) tem como proposta mostrar o cotidiano da prisão de segurança máxima Oswald, também conhecida como “Oz”, incluindo todas as suas subdivisões como o corredor da morte, Emerald City, Unidade B, entre outras. A série tem como principal marca o realismo presente em suas cenas, incluindo temas como sexo, violência e consumo de drogas, a série também contou com as primeiras cenas de nu frontal masculino, dentre eles dos atores Kirk Acevedo e Christopher Meloni.

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6.  Six Feet Under (2001 – 2005)
Cada episódio começa com uma morte — e por conseqüência — um cliente da funerária. Esta morte, geralmente, dá o tom de cada episódio, permitindo aos personagens refletirem sobre as suas vidas e infortúnios, baseando-se na morte do cliente e suas consequências, a série gira em torno do filho mais velho de Nathaniel Fisher, o dono de uma funerária e marido dedicado, e Ruth Fisher, uma dona de casa infeliz com a vida. Ao retornar à sua cidade, após um longo período em Seattle, Nate relutantemente se torna sócio do negócio da família, junto com o seu irmão David Fisher que protesta contra a decisão de seu pai. Claire Fisher é a filha mais nova da família, que apesar de muito próxima do irmão David, pouco conhece seu irmão Nate, que mudara-se para Seattle há anos, e raramente se encontrava com a família.

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7.  True Blood (2008 – 2014)
O mesmo criador do sexto lugar, é a idealizador daqui, a série que para muitos desandou totalmente depois da segunda temporada – em partes preciso mesmo concordar – Numa nova era de evolução científica, os vampiros conseguiram deixar de ser monstros lendários para se tornarem cidadãos comuns. Essa mudança, que aconteceu do dia para a noite, deve-se a cientistas japoneses, que inventaram um sangue sintético, fazendo com que os humanos deixassem de ser o seu prato principal. Já os humanos ainda não se sentem totalmente seguros convivendo lado a lado com toda a legião de vampiros que está saindo de seus caixões. Ao redor do mundo, cada um escolheu o seu lado a favor ou contra essa revolução, mas numa pequena cidade de Lousiana,chamada Bon Temps as pessoas ainda estão formando a sua opinião. Sookie, garçonete de um pequena lanchonete, tem o poder de ouvir os pensamentos das pessoas e não vê problemas na integração desses novos membros à sociedade, principalmente quando se trata de Bill Compton, um atraente vampiro de 173 anos de idade. Mas ela pode vir a mudar de opinião, à medida que desvenda os mistérios que envolvem a chegada de Bill a sua cidade.

Listas

10 Melhores Vencedores da Palma de Ouro

O maior festival de cinema terminou hoje, completando 70 anos, o prestigiado festival ano após ano ganha mais prestigio, sempre envolto em muitas polêmicas, escolhas peculiares, presidentes do júri que referem causar polêmica do que cumprir com sua tarefa, Pedro Almodóvar presidente mais recente do festival – que premiou o sueco The Square -, faz justamente o contrário de George Miller (em 2016, júri cheio de polêmicas e escolhas duvidosas). Como disse acima, o festival completou setenta anos, dentre todos os vencedores da Palma de Ouro, separei os dez que eu particularmente, gosto mais, em ordem de preferência, eis a lista.

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1. Taxi Driver (1976), de Martin Scorsese 
O retrado primoroso consigo mesmo, a melhor atuação de Robert DeNiro, o melhor filme de Martin Scorsese, o melhor filme que já ganhou a Palma de Ouro, alias, qualquer prêmio para esse filme, é pouco. Travis Bickle (Robert DeNiro) é um jovem veterano do Vietnã, que volta para as ruas de Nova York trabalhando como motorista de táxi. Conhecendo melhor todos os podres das vielas da cidade, seu caminho se cruza com o das jovens Betsy (Cybill Sheperd) e Iris (Jodie Foster), uma prostituta de apenas 12 anos, o que o faz se revoltar com tudo e com todos, explodindo sua raiva e violência que sempre demonstrou ter. Ele planeja um atentado contra um senador e, sozinho, ainda bate de frente com os cafetões de sua mais nova jovem amiga

Resultado de imagem para apocalypse now movie2. Apocalypse Now (1979), de Francis Ford Coppola
O filme que demorou tanto para ficar pronto, não poderia ser laureado com menos, também um dos maiores (se não o) filme de guerra de todos os tempos, com um elenco cheio de estrelar para sua época, ainda é uma critíca valida. O Capitão Willard (Martin Sheen) recebe uma missão: matar um insano desertor, o Coronel Kurtz (Marlon Brando), que preparou uma tropa para atacar os próprios americanos.

Resultado de imagem para all that jazz movie3. All That Jazz (1979), de Bob Fosse

Se Coppola fez o melhor filme de guerra, Bob Fosse é o melhor diretor de músicas que o cinema já teve, infelizmente com poucos filmes e duas obras-primas, O Show Pode Continuar – oe Gideon (Roy Scheider) é um diretor de cinema que vive uma bela vida de luxo e prazer. Após um enfarte, deve rever sua rotina, para o seu próprio bem. Mas, ao invés disso, ele continua levando a vida de antes, mesmo alertado dos males que isso pode lhe causar.

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4. O Piano (1993), de Jane Campion

Um soco na alma, é como eu chamaria o filme da única mulher vencedora da Palma de Ouro, em Cannes. Uma mulher que se recusa a falar sai da Escócia para as florestas da Nova Zelândia em um casamento arranjado, levando consigo sua filha e seu piano. As coisas acabam não sendo bem como ela imaginou, e sua vida passa a ser cada vez mais difícil.

Resultado de imagem para pulp fiction movie5. Pulp Fiction – Tempos de Violência (1994), de Quentin Tarantino
Tarantino já estava no mapa com seu primeiro filme, com seu segundo e melhor (até hoje) ele conquistou o mundo, uma legião de fãs, respeito e importância. Três histórias são apresentadas de forma não cronológica e se cruzam durante o filme. Em uma, conhecemos Vincent Vega e Jules Winnfield, dois mafiosos que devem fazer uma cobrança. Em outra história, Vincent deve levar a mulher de seu chefe para se divertir enquanto ele viaja, mesmo com todos os boatos que rodeiam o caso. Em outra, Butch Coolidge é um boxeador que deve lutar em um combate com vencedor pré-definido, mas que surpreende a todos, vence e foge com o dinheiro da luta para provar o seu valor, sendo perseguido logo após. Palma de Ouro em Cannes.

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6. O Pianista (2002), de Roman Polanski
Para alguns Polanski já foi um grande diretor, para outros seu foi O Pianista, sou do mesmo time, assim como Tarantino, Polanski ganhou a Palma de Ouro com seu melhor filme (até hoje). As memórias do pianista polonês Szpilman são retratadas nesse emocionante filme, contando como começaram as restrições aos judeus em Varsórvia e como conseguiu sobreviver ao Holocausto. Incrementado com cenas chocantes e belas músicas,

Resultado de imagem para blue is the warmest color7. Azul é a Cor Mais Quente (2013), Abdellatif Kechiche
Steven Spielberg demorou muito para aceitar a presidência do júri em Cannes, o resultado foi uma das melhores escolhas de todos os tempos – isso não só na Palma, como em todas as categorias daquele ano – Adèle é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma, sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente.

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8. A Àrvore da Vida (2011), de Terrence Mallick
O que para alguns é uma grande bobagens, para outros é uma grande odisséia. Conta a história que aproxima o foco na relação entre pai e filho de uma família comum, e expande a ótica desta rica relação, ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos, em uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios, que culmina na busca pelo amor altruísta e o perdão.

Resultado de imagem para entre le murs9. Entre os Muros da Escola (2008), de Laurent Cantet
Uma critíca social do sistema público de educação na França, excelentíssimo filme. François e seus colegas professores preparam o novo ano letivo em uma difícil escola da periferia parisiense. Munidos das melhores intenções, eles se apoiam mutuamente para manter vivo o estímulo de dar a melhor educação a seus alunos. A sala de aula, um microcosmo da França contemporânea, testemunha os choques entre as diferentes culturas. E por mais inspiradores e divertidos que sejam os adolescentes, seu difícil comportamento pode acabar com qualquer entusiasmo de professores mal pagos.

Resultado de imagem para wild at heart10. Coração Selvagem (1991), de David Lynch
David Lynch é David Lynch, com uma carreira brilhante não poderia ficar sem um dos maiores prêmios do cinema, ainda que não seja o seu melhor filme. Numa estranha homenagem ao filme “O Mágico de Oz”, Sailor e Lula são dois amantes que vivem intensamente a vida e a paixão. Tentando fugir das garras da mãe da garota, os dois caem na estrada para uma viagem violenta e psicodélica, uma vez que a mãe de Lula contrata um grupo de assassinos profissionais para matar Sailor

Listas

7 Melhores Filmes do Woody Allen

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O senhor que faz um filme por ano, é assim que algumas pessoas chamam um dos mestres do cinema, algumas outras pessoas como meu amigo Patrick Corrêa, do Impressões de um Cinéfilo, tem a sorte de ter o diretor preferido, alguém que faz um filme por ano, ou seja, nunca está órfão de filmes novos. Por outro lado, existem quem ache que, isso não é a melhor coisa, as vezes, o diretor acaba perdendo a forma, entregando qualquer coisa, como é o caso do próprio Woody Allen, que tem obras-primas em sua filmografia, outros ótimos, alguns apenas bons e como muitos diretores (quase todos) alguns são totalmente desastrosos, dos cinquenta (se não for mais) filmes do diretor, só assiste a vinte títulos, ainda falta muito chão pra conseguir analisar todos, de qualquer forma, separei os sete filmes que eu mais aprecio, do senhor que ainda diverte pessoas por todos os cantos do mundo, eis minha humilde lista.

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1.Meia-Noite em Paris (2011)

Particularmente, o melhor filme do diretor, também um dos melhores filmes do século até agora, são os diálogos e personagens característicos de uma extensa filmografia, reunidos em seu melhor trabalho, tanto como roteirista, quanto como diretor, de uma criatividade sem fim, é também o filme que mais assisti o diretor, acho que umas oito ou nove vezes. O filme é uma comédia romântica sobre uma família que precisa se mudar para Paris a trabalho, e sobre um jovem casal de noivos, com casamento programado para o Outono, que vêem suas vidas mudarem completamente, também sobre um jovem que tem um grande amor por Paris e a ilusão que as pessoas tem que uma vida diferente da sua é sempre muito melhor, grande homenagem a literatura, para os mais familiares aos nomes citados, uma delicia de se acompanhar.

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2. Tiros na Broadway (1994)
O meu preferido até 2011, quando cai de amores perante o filme acima, ainda assim uma grande obra, que mistura o clássico filme de gângster, personagens teatrais (alguns tão irritantes que se tornam hilários) e claro, Woody Allen.o filme se passa nos anos 20, David Shayne (John Cusack, em sua melhor atuação) é um autor teatral que se vê em uma péssima situação: tem de aceitar a namorada do gângster que patrocina a peça, sem talento algum, no elenco, além de ter que aturar as sugestões do guarda-costas dela quanto ao roteiro, é também um dos filmes do diretor com mais números de indicações ao Oscar, sete no total.

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3. Hannah e Suas Irmãs (1986)
Um dos filmes que eu mais carrego com carinho comigo, muito por conta de algumas passagens que são simbólicas, ao menos para mim, algumas frases que tiveram importância – além da criação de grandes personagens, grandes situações. A filha mais velha de um casal de artistas, Hannah, é uma dedicada esposa, mãe carinhosa e atriz de sucesso. Uma leal defensora de suas duas confusas irmãs Lee e Holly, ela é também a espinha dorsal de uma família que parece se ressentir de sua estabilidade quase tanto quanto dependem da mesma. Mas quando o mundo perfeito de Hannah é silenciosamente sabotada pela rivalidade fraterna, ela finalmente começa a ver que está tão perdida quanto todos os outros, e para poder se encontrar, ela terá que escolher entre a independência e … a família sem a qual ela não pode viver. Junto com o filme acima, é o filme com maior número de indicações ao Oscar, também sete indicações.

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4. A Era do Radio (1987)
Woody Allen é mestre quando fala das artes da vida, não que o rádio seja um arte (ou é?) no filme, fascinado pelas histórias fantásticas que ouve no rádio sobre guerras sangrentas e lindas mulheres famosas, Joe Needleman, um garotinho de 10 anos, sonha com aventuras, com o dia em que ele verá os espiões inimigos, os submarinos alemães ou até com sua professora sensual dando um sorriso (e não muito mais do que isso). Mas, se a vida de Joe é povoada pelas fantasias sobre as vozes do rádio, as pessoas de carne e osso por trás daquelas vozes têm suas próprias fantasias. E enquanto as estrelas sobem, carreiras caem e a nação avança rumo ao futuro, a única certeza absoluta é: a era do rádio um dia será passado, mas a magia das memórias de Joe viverá para sempre.

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5. Blue Jasmine (2013)
Para alguns, a protagonista mais irritante da carreira do diretor, com uma história fútil e tudo mais. Para mim, um grande drama, com uma personagem deliciosa de se acompanhar, com uma atuação avassaladora de Cate Blanchett, que interpreta uma mulher rica, cheia de não me toque, que acabou de falir e precisa ir morar com sua irmã mais nova em São Francisco, uma pequena pérola do diretor.

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6. Match Point (2005)
O filme que me transformou em cinéfilo, o filme que fez eu me apaixonar por cinema, não é um filme fácil, não é uma comédia boba como alguns dos filmes do diretor, alias, é um filme muito sério, o primeiro dele, fora dos Estados Unidos. O filme narra a história de um tenista profissional irlandês é acolhido no seio de uma família de alta sociedade inglesa, recebe um cargo em sua empresa e se casa com sua filha. Sua relação com a família é afetada quando vive uma aventura amorosa com a ex-noiva de seu cunhado, uma jovem e sedutora norte-americana que procura inutilmente espaço em Londres como atriz.

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7. Descontruindo Harry (1997)
Um dos filmes mais bem construídos do diretor, por um acaso do destino (não?) se tem desconstruindo no titulo, uma comédia hilária, cheia de personagens extravagantes, situações embaraçosas, Harry Block (Woody Allen) é um escritor que tem um sério problema: ele sofre de graves distúrbios psicológicos relacionados a pessoas ao seu redor. Ele acaba incluindo, disfarçadamente, pequenos detalhes de sua vida pessoal em seus livros, o que lhe causa bastante confusão com as pessoas próximas.

Diretores

Kornél Mundruczó

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O diretor que como muitos outros diretores passaram por Cannes, por lá ficaram, Kornél Mundruczó foi só um dos muitos que tiveram a sorte que conquistar o maior festival de cinema do mundo, conquistando assim, lugar garantido a cada filme novo, sua primeira grande empreitada foi com Delta (2008) usando todos os artificios do cinema autoral, para assim conquistar seu lugar na competição principal, o filme posterior também na competição O Projeto Frankenstein (2010) não agradou tanto o público durante sua aparição, seu maior e melhor filme foi Deus Branco (2014) que fora da competição principal de Cannes, ficou na sessão paralela – na Mostra Um Certo Olhar – e saiu com o prêmio máximo, desde sempre o cinema do húngaro cheio de estilo, com longas cenas por vezes muito longe, por vezes muito próximo dos atores, seu mais recente filme, atualmente em concurso no Festival de Cannes, intitulado Jupiter’s Moon, dividiu a crítica, alguns acharam a história do homem que levita um tanto surreal, de qualquer forma é um diretor que merece muito nossa atenção.

Critíca

Delta (2008), de Kornél Mundruczó

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O cinema autoral ganhou forma faz muitos anos, essa forma é muito simples, uma história para fácil compreensão do público (não uma bobagem, que fique claro), longos planos com uma câmera parada, poucos diálogos ou quase nenhum, os filmes autorais preferem falar com olhares e claro, cheio de imagens que podemos chamar de lindas – esses são os passos para um filme autoral ser consagrado, foi esse o caminho que Delta, de Kornél Mundruczó traçou, ele que está atualmente na competição da 70ª edição do festival de cannes, em seu primeiro filme, foi com essa trajetória que o diretor conseguiu emplacar todos os seus filmes no maior festival de cinema do mundo, alias, essa é a melhor forma para conquistar qualquer curador, é lógico que o cinema de autor hoje já não tem mais a mesma força ou impacto de alguns dos maiores diretores, ainda assim, alguns nos deixam maravilhados, infelizmente, esse não foi o caso aqui.

O primeiro filme de Mundruczó fala de Mihail, um homem que retorna à sua terra natal, Delta do Rio Danúbio, após anos afastado lá ele encontra Fauna, caçula da mãe do mesmo, cuja existência ele desconhecia, ela muda-se para a cabana onde ele está vivendo, em meio à paisagem de vegetação densa e labirintos de riachos com pequenas ilhas. Os dois constroem uma casa sobre palafitas no meio do rio e quando a casa fica pronta, chamam os moradores locais para um jantar, à comunidade da qual se isolaram, os irmãos sentem a profunda reprovação social de seu relacionamento “não-natural”.

O tratamento de uma tema como o incesto, nunca foi de fácil digestão, Mundruczó criou um protagonista que fala pouco, quase nada e não sabemos como definir, se o protagonista fala pouco, os diálogos quase não existem, somos jogados para grandes paisagens de um rio, é como se o diretor colocasse a câmera em um barco, saiu filmando, quando não isso, os planos do diretor estão muitos distantes dos atores, assim não conseguimos sentir o filme, como é o caso da cena do estupro, longo e longe demais, as músicas escolhidas para o filme são insanas ou indigesta, no final do filme, mais impasses, fotografias escura o suficiente para que não vejamos nada, é assim que termina o filme, com uma sensação de que nada foi dito ou contado.

Nota .:: 3.0
Delta (2008), de Kornél Mundruczó
Elenco – Félix Lajkó, Lili Monori, Orsolya Tóth, Sándor Gáspár

Critíca

Encurralado (Steven Spielberg, 1971)

Filme de estréia de um dos grandes diretores americanos vivos hoje, ‘Encurralado’ tem muito do que Steven Spielberg traria às telas ao longo de sua carreira. Um pequena pérola que precisa ser redescoberta.

Quem nunca ficou preso ou bloqueado na estrada por um caminhão, ônibus ou algum veículo de grande porte? O que temos aqui é apenas um filmes de enredo simples sobre a viagem de um homem comum que tenta ultrapassar um enorme caminhão inflamável em uma rodovia estadual. O enorme diferencial é que Encurralado apresentou ao mundo um jovem diretor fantástico cheio de ideias e conhecimento técnico sedento para testá-las na tela. Estilo, técnica, criatividade e aspectos inovadores podem ser grandes aliados na construção de filmes de premissa simplória, onde Encurralado se encaixa perfeitamente.

Tudo muito tranquilo e normal, uma ultrapassagem segura aqui e outra ali, até percebermos que caminhoneiro quer ver o indefeso motorista morto. Um jogo de gato e rato se inicia, o motorista precisa chegar a tempo em uma reunião de negócios mas não pode ultrapassar o assustador caminhão (que claro, com muito mais potência) alcançaria sua traseira. Mas também não pode deixar o caminhão passar a frente, já que este propositalmente diminuía a velocidade, atrasando o motorista. É uma tensão dos infernos. Estradas estreitas em montanhas e penhascos tornavam a corrida ainda mais assustadora.

Se o caminhoneiro quer brincar, se quer se vingar, ou se não tem nada pra fazer na estrada e decide apavorar os viajantes, não1264205521433_fsabemos. Spielberg iniciou uma de suas grandes e mais eficientes marcas aqui, que posteriormente usaria de forma constante. Ele evita o motorista do caminhão completamente. Nunca o mostra para o espectador (claro que a ideia não veio dele,Hitchcock já usou essa técnica). O tubarão não é mostrado logo quando entra em cena. Para mostrar os dinossauros Spielberg prepara uma das cenas ícones de Jurassic Park (eles só aparecem por completo quase na metade da projeção). O E.T., as naves de Contatos Imediatos de Terceiro Grau, enfim. Spielberg gosta de deixar o público curioso, e ativamente imaginativo. Além disso, a técnica se torna aliada da proposta do filme, em Encurralado, só aumenta a tensão e o mistério envolto à obra. Aquela desesperadora perseguição fica muito mais intrigante.

Numa das melhores passagens do filme, o personagem estaciona numa lanchonete, onde encontra possíveis suspeitos de serem o caminhoneiro. Pode ser qualquer um, já que o caminhão também estacionou ali. Spielberg transmite pura genialidade ao nos mostrar os pensamentos do motorista. Ouvimos Mann falando sozinho, mas não de forma consciente. Confuso, desesperado, tramando um modo de se ver livre do caminhoneiro. Neste momento estamos maquinando uma ideia junto dele. Encurralado também aponta o início da parceria entre Spielberg e a Trilha Sonora, que sempre foi sua aliada. Na música de Billy Goldenberg (pouco conhecido compositor para filmes para tv) há resquícios de Psicose (até achei que fosse o mesmo compositor), que aumentam a tensão e elevam as cenas num patamar sufocante e desesperador. E mais tarde, seu grande colaborador John Williams faria o mesmo com as grandes trilhas que engrandeciam momentos chaves do cinema de Spielberg.

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme feito pra TV, Encurralado, com sua estrutura televisiva inegável, permanece com uma estréia em grande estilo. Enfim, Spielberg foi descoberto.

Duel

Nota 8,0

Premiações, Séries

Previsão dos Indicados ao Emmy 2017

Emmy Award Emmys
Como todos já sabemos Game of Thrones não estará entre os indicados esse ano, porque a série só volta em julho, ou seja, ela só voltará a ser indicada (e muito provavelmente ganhar em 2018) enquanto isso, outra série vai tentar atrair todos os holofotes, ao menos esse ano já que a principal atração não estará dentre as indicadas, vou fazer uma breve previsão dos indicados, apenas nas categorias drama, já que eu, infelizmente não acompanho as comédias, a pergunta que não quer calar é se a HBO conseguirá emplacar um sucessor para Game of Thrones ou será que a Netflix emplacar sua primeira vitória na categoria principal. Eis então minhas humildes previsões.

Resultado de imagem para The CrownMelhor Série Drama .:: Ou um ou outro, ou Westworld ou The Crown a briga esse ano é claramente dessas duas séries que tem lugar garantido entre os indicados, ano passado a academia finalmente reconheceu The Americans que deve voltar entre os indicados, This Is Us foi um sucesso absoluto entre público e critica, então deve emplacar também a indicação, House of Cards só volta na próxima semana mas, com seu histórico de indicações mais uma não será novidade, Better Call Saul segue a mesma risca e muito provavelmente voltará aos indicados, sobram duas vagas algumas séries, The Leftovers tem agradado muito o público, Stranger Things e seu sucesso estrondoso podem cair nas graças dos votantes, contudo acho pouco provável, ainda temos Homeland que voltou a categoria principal ano passado e Mr. Robot que não teve uma boa temporada.
1. The Crown / 2. Westworld / 3. This is Us / 4. House of Cards / 5. Better Call Saul / 6. Mr. Robot / 7. Homeland

Resultado de imagem para Rami Malek Mr. RobotMelhor Ator Drama .:: Rami Malek passou a frente de Kevin Spacey e por mais que eu goste muito da atuação do Hacker, quem merecia ano passado era Frank Underwood, de qualquer forma, indicação garantida para ambos esse ano que, muito provavelmente dará vitória para Kevin Spacey, Bob Odenkirk também deve garantir sua indicação, as outras duas devem ficar por conta de Sterling K. Brown e uma possível  antes tarde do que nunca, indicação a Jutin Theroux.
1. Rami Malek, Mr. Robot / 2. Kevin Spacey, House of Cards / 3. Bob Odenkirk, Better Call Sall / 4. Sterling K. Brown, This Is Us / 5. Anthony Hopkins, Westworld / 6. Justin Theroux, The Leftovers

Resultado de imagem para Evan Rachel Wood WestworldMelhor Atriz Drama .:: Tatiana Maslany que surpreendeu a todos com sua vitória ano passado, não voltará esse ano, porque Orphan Black esta fora do prazo para competição, deixando assim a categoria ainda mais competitiva já que Claire Danes ganhou duas vezes, Viola David vem mais uma vez forte para a briga, Robin Wright só está aguardando a hora de sua vitória que, mais cedo ou mais tarde, chegará, por outro lado a academia pode dar a vitória a Kerri Russell, ainda assim as novatas na categoria Claire Foy, Ewan Rachel Wood devem emplacar suas indicações, sobra uma vaga que deve ficar entre Taraji P. Hanson ou Elizabeth Moss.
1. Claire Danes, Homeland / 2. Viola David, How To Get Away With a Murder / 3. Claire Foy, The Crown / 4. Ewan Rachel Wood, Westworld / 5. Kerri Russell, The Americans / 6. Elizabeth Moss, The Handmaid’s Tale

http://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/2015/02/27/Melhor Ator Coadjuvante Drama .:: Uma das categorias que tratá muitas caras novas, já que o vitorioso do ano passado Ben Mendelsohn, não voltará porque a série está fora do prazo, ainda assim, Jonathan Banks vai para sua terceira indicação, Michael Kelly também deve repetir sua indicação, enquanto o Ed Harris, Jeffrey Right, e outros de Westworld devem tentar suas indicações, assim como Ron Cephas Jones, no entanto, desde já garantia de indicação John Litgow deve ganhar o prêmio.
1. John Litgow, The Crown / 2. Jonathan Banks, Better Call Saul / 3. Michael Kelly, House of Cards / 4. Ed Harris, Westworld / 5. Ron Cephas Jones, This Is Us / 6. Jeffrey Wright, Westworld

Resultado de imagem para Chrissy Metz, This Is UsMelhor Atriz Coadjuvante .:: Com Game of Thornes e Downton Abbey fora da jogada essa categoria também deve ter algumas caras novas, porém as já conhecidas devem reinar Uzo Aduba deve retornar, assim como Constance Zimmer e Maura Tierney, as vagas quatro vagas restantes devem ficar com Thandie Newton, Chrissy Metz e a querida Winona Ryder deve emplacar sua indicação.
1. Uzo Aduba, Orange Is The New Black / 2. Chrissy Metz, This Is Us / 3. Thandie Newton, Westworld / 4. Winona Ryder, de Stranger Things / 5. Constance Zimmer, unReal / 6. Maura Tierney, The Affair